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EDIMILSON LUCENA – Ontem faleceu o radialista Edimilson Lucena, muito conhecido por nós, pessoa que fazia um bom trabalho no rádio mossoroense. A mídia da cidade está de luto. De acordo com Maria Emília, diretora-presidente da GAZETA, Edimilson Lucena escreveu ma área de polícia do jornal, logo no início do periódico. Nossos sentimentos à família de Edimilson, em nome da Redação da GAZETA DO OESTE. ERASMO, SE AQUIETE – Recebo de Erasmo Firmino, o nosso Tio Colorau, o informe de que amanhã o pessoal do Copão vai está na Churrascaria Potiguar, no Sumaré. Sumaré? Erasmo, homem, se aquiete num canto! (rsrs) Como é que eu vou bater no Sumaré para tomar duas fantas?! Brincadeira. Dado o recado do Tio, o nosso Grande Colorau. EL SHADAY – Ontem fui conhecer o El Shaday, um café que fica no segundo andar do edifício Caiçara. Um local legal, porque de lá a gente observa muitas coisas... lembrei-me de Sartre, no conto Erostrato, em que um personagem vê os homens do alto e filosofa sobre isso... AUGUSTO DOS ANJOS – Ontem revi uns poemas de Augusto dos Anjos. Que poeta pleno de vida, apesar do pessimismo com as coisas! JÓRIO NOGUEIRA – O vereador Jório Nogueira quer a presidência da CMM. Senti isso em sua entrevista ao programa Observador Político. Aguerrido como ele só, só pode ser por mais poder. Pelo povo, acho meio difícil... NOTÍCIAS DE THOMÉ – Agora à tarde vou perguntar à Maria Emília sobre o nosso colega de Redação, Eduardo Thomé, que está em Fortaleza, tratando do coração... COMO A CIDADE CRESCE – Vi, com muita alegria, como a cidade cresce, de cima do prédio Caiçara. Mas constatei, com tristeza, que muitos prédios históricos estão sendo derrubados para dar lugar a esse crescimento. LIVROS E LIVROS – Este final de semana será de muita leitura. Pode ter certeza. Depois que O Livreiro de Cabul saiu um pouco de cena e das listas dos mais vendidos, vou lê-lo. Não gosto de ler livro na moda. Parece que estou seguindo a corrente dos comuns... UM ÓTIMO FIM DE SEMANA – Um ótimo fim de semana a todos os leitores deste espaço eletrônico. Que Deus abençoe a todos e lhes dê um fim de semana pleno de paz e alegria e cure essa minha gripe.
Escrito por Mário Gerson às 15h12
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FTD leva grandes autores infantis e juvenis para a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro Ampla grade de autógrafos e programação animada para crianças e adultos agitarão o estande da editora De 10 a 20 de setembro, o Rio de Janeiro recebe a sua XIV Bienal Internacional do Livro. Para a ocasião, a Editora FTD prepara uma série de atividades e lançamentos imperdíveis para os públicos infantil e juvenil. O leitor também terá a oportunidade de conhecer os autores de seus livros preferidos em tardes de autógrafos. A dama da literatura, Ana Maria Machado, estará no estande da editora no dia 12, Mauricio de Sousa, o eterno criador da Mônica e do Cebolinha, e o novelista Walcyr Carrasco aportam no dia 13. Tem ainda muita contação de histórias e maquiagem para a criançada. Entre os destaques dos lançamentos da editora está a coleção Teatro na Escola. Com a proposta de estimular a leitura do texto de teatro entre os jovens leitores, dois nomes de peso foram convidados para estrear a coleção. Flavio de Souza apresenta para os pequenos Eram quatro vezes, que tem como protagonistas da história personagens do clássico Chapeuzinho Vermelho. Para os maiores, Sangue de Dragão, de Flávia Savary, saiu direto dos palcos para as páginas de livro. A obra narra a história de um amor impossível entre a Filha do Fogo e o Filho da Água. Outra coleção que tem o teatro como mote é Shakespeare em Cena, que traz como seu anfitrião Walcyr Carrasco. O escritor e novelista traduziu e adaptou clássicos de um dos maiores nomes da literatura universal. O livro de estreia, A Megera Domada, inspirou Walcyr na criação dos personagens da novela O Cravo e a Rosa, da Rede Globo. Partilhar através dos livros suas experiências nas cidades que visita pelo mundo já virou característica marcante do escritor e folclorista Rogério Andrade Barbosa. Para a Bienal deste ano são apresentadas duas obras inspiradas em passagens por cidades da Angola e de Marrocos. Em Histórias que nos contaram em Luanda, que escreveu em parceria com Jô Oliveira, narram contos e lendas que ouviram das crianças daquela região. Em Pra Lá de Marrakech, desvenda detalhes da fascinante cidade pelo olhar de um pequeno marroquino que a visita pela primeira vez. Outra autora consagrada marca presença com seus livros na bienal: Ana Maria Machado, que apresenta a edição renovada de Palavras, palavrinhas e palavrões. O livro que fala sobre a curiosidade na descoberta das palavras de uma pequena garotinha se tornou um dos grandes trabalhos para o público infantil da escritora. Dando continuidade ao time de estrelas que apresentam seus lançamentos pela FTD está Ferreira Gullar. O renomado poeta brasileiro estreia pela editora com a tradução do mito grego Eros e Psiquê. Traduzido na íntegra de um fragmento de O Asno de Ouro, de Apuleio, a obra combina texto e ilustrações que prometem despertar os jovens para a leitura clássica. Júlio Emílio Braz, autor querido pelos leitores, lança Não é o fim do mundo em parceria com Janaína Vieira. Os conflitos vivenciados por estudantes que não se respeitam em relação às crenças religiosas permeiam as páginas deste novo livro. Ao todo, serão levados ao evento cerca de 2,6 mil títulos da Editora FTD, e todos os dias haverá promoções especiais. Material de Assessoria de Imprensa
Escrito por Mário Gerson às 14h56
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O DESFILE QUE NÃO EXISTIU – Hoje, todos os jornais destacam o desfile de 7 de setembro em Mossoró, que simplesmente não existiu. Acho que fomos a única cidade do país que teve o desfile cancelado. Uma vergonha. EDUARDO THOMÉ – Dona Maria Emília acaba de informar que o estado de saúde do nosso companheiro de Redação na GAZETA DO OESTE, Eduardo Thomé, é estável. De acordo com ela, a esposa de Eduardo havia dito que ele está calmo, e que, em breve, passará por uma cirurgia, depois de tratar do quadro de pneumonia. Estamos orando pela recuperação do calmo Thomé. MURIEL SPARK – Eu desconhecia a boa escritora inglesa Muriel Spark. Ontem, adquiri três livros de sua autoria. Estou com eles na cabeceira, para qualquer vacilo de tempo. Vou detoná-los no fim de semana. UM POEMA DE AUGUSTO DOS ANJOS – Para os leitores deste espaço, um poema do paraibano Augusto dos Anjos. Com o título Saudade, este poema se constitui numa verdadeira confissão de um homem diante de suas lembranças. 
SAUDADE Hoje que a mágoa me apunhala o seio, E o coração me rasga atroz, imensa, Eu a bendigo da descrença em meio, Porque eu hoje só vivo da descrença. À noite quando em funda soledade Minh’alma se recolhe tristemente, Pra iluminar-me a alma descontente, Se acende o círio triste da Saudade. E assim afeito às mágoas e ao tormento, E à dor e ao sofrimento eterno efeito, Para dar vida à dor e ao sofrimento, Da saudade na campa enegrecida Guardo a lembrança que me sangra o peito, Mas que no entanto me alimenta vida. Augusto dos Anjos in Eu e Outras Poesias, p. 151
Escrito por Mário Gerson às 14h42
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VEJA OS COMENTÁRIOS DE ALGUNS LEITORES SOBRE A NOTA A RESPEITO DA MN IMÓVEIS - Raimundo Antonio – “Mário, continuando: um senhor que estava do meu lado - e que estava vendendo CD's e DvD's piratas (acredito que não vai com a cara dele ou quer vê-lo pelas costas), me disse que ele é quem comanda tudo ali. Ou seja: todas as barracas colocadas ali ele tem um “jabá”. Fiquei observando: tem uma sorveteria ambulante, três mesas de CD's e DvD's piratas, duas barracas de vender óculos, capa de celular, outras bugigangas, além de panfleteiros (esses pelos menos estão sendo contratados pelas Lojas). Meu caro: eu jamais imaginei ver a cidade tomada por todo tipo de desocupados que monopolizam o espaço público sem que as autoridades tomem providências. A conivência é total! Cara, em frente ao prédio onde está instalado a Promotoria, na porta de entrada, tem uma barraca de venda de objetos não tributados. Vou lhe dizer uma coisa: o negócio está brabo! Outro dia eu fui estacionar por trás do museu para ver se escapava dos flanelinhas e quando eu desci do carro já tinha um ao lado do carro. Mário, continuando a primeira parte: hoje eu estive no centro. Procurei vaga para estacionar até encontrá-la em frente à Galeria Liberdade. Ao estacionar, o "dono do pedaço" veio em minha direção já gesticulando com o polegar que ali quem mandava era ele. Fiquei calado. Na volta, ao tentar no carro, ele gritou de onde estava. Detalhe: o carro estava estacionado quase em frente a Loja de celulares e ele estava conversando com alguns vendedores de CD's piratas, em frente a Farmácia que tem ao lado do Esplanada. Resignado, evitei entrar no veículo. Esperei-o. Quando ele chegou esticou a mão. Eu entendi que ele queria dinheiro. E queria mesmo. Novamente, sem perder a paciência, eu tirei duas moedas e coloquei, delicadamente, na mão dele. Ele olhou, olhou e depois olhou para mim. E falou: -Ei, cara, não tem mais não? Eu, educadamente, lhe disse: -você já contou quanto tem aí? Ele respondeu na maior cara de pau: - cara, o estacionamento aqui é mais que isso! Isso é um abuso! Polícia! Mário, eu vi esse “atrapalho" na sexta. Mossoró está se tornando uma cidade fora da lei. Por onde se anda se vê infrações sem que as autoridades tomem providências. Se é nas calçadas, não se pode andar. Elas estão tomadas por todo tipo de ilegalidades. Outro dia eu parei o carro perto das Lojas Maia (na mesma hora já apareceu o famoso "flanelinha" já dizendo da "pastora"). Como viu que eu não ia sair do carro, ele foi quem saiu resmungando - talvez lamentando a perca da vaga para quem não ia dar um centavo a ele. Pois bem, enquanto eu esperava a patroa, fiquei observando o comércio clandestino. À frente, um casal de chineses. Ela vendendo tênis falsificado, ele sentado no batente da Loja, tendo numa das mãos uma quentinha e, na outra mão, uma lata de cerveja. O detalhe: ele ainda discutia (em chinês, claro!) com a pobre da mulher porque ela não ficava oferecendo tênis para quem ia e quem vinha (como eu sei? Pelos gestos e pela cara de angústia que ela fazia para atrair a clientela)”. Já o jornalista Francinaldo Rafael foi mais histórico, como se diz. “Não é a primeira vez que essa imobiliária faz isso. Na inauguração de seu escritório simplesmente uma faixa da João da Escossia foi interditada. Coisas do País de Mossoró”. Como se vê, não é apenas a opinião deste espaço. Dos leitores também.
Escrito por Mário Gerson às 14h11
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Essa é ótima. Vale a pena ver. Fizeram uma boa adaptação, enfocando a queda de Sarney: http://www.youtube.com/watch?v=n7uBejqQJlc
Escrito por Mário Gerson às 11h38
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DESFILE EM MOSSORÓ – Devido a uma crise de garganta e de uma gripe, não pude assistir ao Desfile de 7 de Setembro. Mas pelo que vi pela tv e ouvi pelos rádios, além do li nos blogs, foi uma ótima ter ficado em casa. Simplesmente, o negócio bagunçou geral e os corleonis mandaram encerrar a festa e fechar a bodega. Isso mesmo, acredito que Mossoró é uma exceção nesse 7 de setembro em todo o País. Simplesmente, mandaram acabar com o desfile, por conta dos protestos do Grito do Excluídos, que foi reforçado com o dos servidores municipais. MN IMÓVEIS... – A MN Imóveis, na sexta-feira passada, atrapalhou o trânsito no Centro. Várias bandeiras estavam estendidas e batiam nas pessoas que vinham de moto. Em síntese, a MN Imóveis acha que o nosso trânsito já é bom demais... CQC – O CQC está incomodando tanto aos “políticos” de Brasília, que estes já desviam quando vêem um repórter do programa. É o melhor jornalismo praticado no Brasil, o do pessoal do CQC. ERASMO FIRMINO – Cobertura muito boa da confusão do 7 de setembro: www.tiocolorau.com.br VAMOS TORCER – Estamos na torcida pela recuperação do nosso companheiro de redação, jornalista Eduardo Thomé, que está indo para Fortaleza, tratar do coração. DAVID LEITE É POETA – Eu desconhecia esse lado de David Leite, que dia 11 vai lançar um livro de poemas na Espanha e fará Clauder Arcanjo se abalar até o país das touradas. PAULO PROCÓPIO – Quem está aqui pela GAZETA, hoje, vindo de Natal, é o Paulo Procópio. O homem que não para. BLOG DO CARLOS SANTOS – Acesso todos os dias e fico bem informado, de forma crítica e honesta.
Escrito por Mário Gerson às 09h55
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